quinta-feira, 21 de janeiro de 2021
A toxicidade da internet
quinta-feira, 14 de janeiro de 2021
Eu na pandemia
Em qualquer lugar da internet em que passei, vi pessoas reclamando de que a pandemia fez as famílias entrarem em desarmonia. Vários casais se separaram, filhos brigaram com pais, avós xingando os descendentes por eles terem virado seus carcereiros e é claro as crianças dando mais trabalho que nunca.
Aqui em casa passou tudo bem. Nenhuma crise famliar aguda ou briga com namorado (até porque estava solteira em março) digna de nota. Acho que o maior problema é essa alta dos preços, que transformou ítens cotidianos em iguaria, tais como arroz e queijo. Dá até vontade de começar uma horta, para não gastar tanto com comida. Pena que não tenho quintal.
Mas quem não tem horta, aprende a cozinhar e euzinha aprendi a fazer pão, bolo, torta salgada, biscoito (tudo de aveia porque glúten não é de Deus), queijo (que ficou péssimo, mas um dia aperfeiçôo a receita). É claro que adquiri uns quilinhos também, mas aí nem me cobro muito porque a única coisa a fazer é comer né gente? (risos).
Também tive momentos de sobreviver ao tédio, que não foi fácil, mas eu tenho experiência nisso e é uma pena que não dê para colocar no currículo. Teve momentos que a ansiedade batia com força, de já acordar com a mente em alta rotação, o que me levou a ouvir aquelas músicas de relaxamento no Youtube e a lotar vários caderninhos incompletos com páginas de diário. O que foi bom né? Enfim diminuiu a quantidade de cadernos sem utilidade nas minhas gavetas.
Saí pouco em 2020, mesmo com a flexibilização, passei a maior parte do tempo em casa tentando fazer exercícios caseiros, colocar as coisas na rotina e até escrever um pouco, mas nada deu muito certo e o ano que poderia ser sabático foi meio errático, até porque as aulas online da faculdade não conseguiram me botar muito na linha e a sensação é de ter tirado férias de verdade.
segunda-feira, 28 de dezembro de 2020
Segredos da vida
Nos tempos de escola participei de um concurso de redação e o tema era "Os segredos da vida".
Eu gostava de escrever. De longe redação era minha matéria favorita, pois tinha menos decoreba e podíamos usar mais a criatividade. Era um dos poucos momentos em que me sentia livre e confortável dentro da escola.
Só que aquele tema me derrubou. Afinal o que uma criança de 13/14 anos sabe da vida? Nessa idade eu vivia tudo com muita intensidade e levava coisas bobas tão à serio que acabava sobrecarregando as glândulas lacrimais. E depois que tudo passava eu percebia que eu não sabia nada mesmo da vida.
Rodei pela sala conversando com meus colegas sobre o que eles estavam escrevendo para ver se eu tinha alguma inspiração, mas nada surgiu. Nenhuma lampadazinha surgiu acima da minha cabeça e o que eles escreviam parecia ser muito banal e infantil.
Acho que acabei escrevendo sobre minha religião, que na época era o Kardecismo, mas não passei nem da primeira fase do concurso, afinal a professora era evangélica. Fico imaginando o quanto ela não se segurou para não me dar um zero enorme.
Lembro de ter ficado arrasada, mas aquele tema foi um estopim para uma busca que realizo até hoje: o que é a vida? Por que estamos aqui e para onde iremos depois?
Não tenho religião, nem sou muito dada a filosofia (só gosto do Descartes até agora), mas acredito que vivemos sob leis que desconhecemos e meu passatempo favorito é investigar essas coisas. Veja essa listinha de segredos para descobrir o que eu aprendi:
1- Sempre que fiz algo por orgulho, atraí inimigos, confusão e infelicidade, mas quando experimentei fazer por amor sempre atraí a sorte. Ex: Meu sobrinho traz qualquer jogo para jogar comigo achando que vai ganhar porque sou fraca e mulher. Eu sempre odiei jogos, mas aceitava jogar com ele para distraí-lo e por pena já que ele não tinha alguém melhor para brincar. Nessas horas eu ganhava de lavada dele, tadinho.
2-Não faça mal a uma pessoa, pois o universo trata de reverter os papeis. O famoso "o mundo dá voltas" é muito real.
3-Quando alguém lhe causar raiva, evite ficar alimentando esse sentimento, pois depois que ele vira um king kong é mais dificil de ser aplacado.
4- Se um dia precisar perdoar alguém, perceba que talvez você exigiu demais de alguém que só podia te dar bem pouquinho. De modo geral, tentar enxergar as limitações da pessoa ajuda a ter compaixão.
5- Nem todo mundo vai gostar de quem você é, mas se você for autêntico, quem gostar vai ser sincero.
Pensando aqui, acho que isso tudo não iria caber numa redação. Acho que teria de escrever um livro para dar conta de tanto segredo revelado.
Um abraço, Aleska Lemos
segunda-feira, 24 de setembro de 2018
Publiquei um ebook na Amazon.
segunda-feira, 3 de setembro de 2018
Dois encontros com Madame Bovary
domingo, 5 de agosto de 2018
Marketing e Objetividade.
segunda-feira, 28 de maio de 2018
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